quinta-feira, 25 de novembro de 2010

K

triunfo II

Vai caindo o ocaso,
lento, suave;
nos meus sonhos
há uma floresta de acasos;
lasco a pedra,
sinal raro de uma luta que não travo;
sonho, talvez com o tempo,
em que erguerei o punho,
quase aberto, 
para os horrores dos animais,
dos homens quase mestres
do estancar de proezas;

Então o sonho mergulhará
na minha fronte,
e ficarei solto,
entre ventos de agora,
em vales de poeiras douradas (...)
(fonte da imagem:
http://spedeus.blogspot.com/)

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1 Comentários:

Blogger Nilson Barcelli disse...

Magnífico.
Estás a escrever cada vez melhor.
Um abraço.

quinta-feira, 25 novembro, 2010  

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"[...] Apesar de tudo o que se passa à nossa volta, sou optimista até ao fim. Não digo como Kant que o Bem sairá vitorioso no outro mundo. O Bem é uma vitória que se alcança todos os dias. Até pode ser que o Mal seja mais fraco do que imaginamos. À nossa frente está uma prova indelével: se a vitória não estivesse sempre do lado do Bem, como é que hordas de massas humanas teriam enfrentado monstros e insectos, desastres naturais, medo e egoísmo, para crescerem e se multiplicarem? Não teriam sido capazes de formar nações, de se excederem em criatividade e invenção, de conquistar o espaço e de declarar os direitos humanos. A verdade é que o Mal é muito mais barulhento e tumultuoso, e que o homem se lembra mais da dor do que do prazer."

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